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Sobre o Diário Popular IPTV

ANTIGO JORNAL DIÁRIO

O Diário Popular IPTV é um veículo de comunicação multiplataforma que traz toda modernidade da nova comunicação, alicerçada por uma marca tradicional do jornalismo, com mais de 130 anos de existência, noticiando as transformações de São Paulo e do Brasil e suas mudanças.

Com posicionamento claro, o Diário Popular IPTV é o primeiro jornal declaradamente conservador do Brasil, com foco a ser referência a todos que buscam informações a partir dessa postura.

A multiplataforma oferece o que há de mais moderno e inovador no conceito de transmissão de notícias, dentro dos desejos atuais das pessoas que são vorazes consumidoras de informação, mas ao mesmo tempo respeitando os formatos e preferências de cada um, num leque de formatos disponíveis em um mesmo lugar. Mas, o mais importante, trazendo informações seguras e confiáveis, com uma equipe de profissionais e colunistas comprometidos com a verdade dos fatos.

História

A primeira edição do Diário Popular de São Paulo circulou em 8 de novembro de 1884, editada por José Maria Lisboa e Américo de Campos, jornalista acabara de deixar o concorrente, “Província de S. Paulo”. A primeira sede do jornal, na Rua da Imperatriz, abrigou diversos encontros entre políticos do fim do Século 19, que debatiam ideias abolicionistas e republicanas.

Originalmente um vespertino (o primeiro de São Paulo), caracterizava-se por ser um jornal com pequenos anúncios para pequenos negócios. O balcão de publicidade costumava ficar lotado de pessoas, que escreviam seus próprios anúncios. Tinha, por isso, uma tiragem razoável e, consequentemente, uma situação financeira sólida.

Uma nova fase foi iniciada em 1965, quando o jornal se tornou um matutino e também passou a circular aos domingos. Três anos depois, em dezembro de 1968, lançou um novo vespertino, para concorrer com o Jornal Tarde, que havia sido lançado em 1966. Chamado Popular da Tarde, era vinculado ao Diário Popular, especializado em esportes e circularia até novembro de 1988.

O grupo político de Orestes Quércia assumiu o controle do Diário Popular em 1988, adquirindo-o de Rodrigo Lisboa Soares, bisneto de José Maria Lisboa, o fundador. Em 2001, 13 anos mais tarde, a Infoglobo, empresa das Organizações Globo, proprietária também dos jornais cariocas “O Globo” e “Extra”, queria um jornal na região de São Paulo e adquiriu o Diário Popular, mudando o título do veículo para “Diário de S. Paulo” - mesmo nome de jornais lançados, em 1865 e em 1929, este por Assis Chateaubriand e que pertencia aos Diários Associados. A Infoglobo apresentou uma nova linha editorial para o jornal, menos popular e policial.

Em 15 de outubro de 2009, o empresário J. Hawilla, proprietário da rede de jornais Bom Dia, da empresa de marketing esportivo Traffic e da TV TEM, adquiriu o jornal, assim como o parque gráfico, localizado em Osasco. Em 2 de setembro de 2013, a Traffic vendeu o controle acionário do jornal para o grupo Cereja Comunicação Digital.

Após atravessar problemas financeiros e administrativos com a nova gestão, o jornal teve sua falência decretada pela 2.ª Vara de Falências de São Paulo, em 23 de janeiro de 2018, saindo de circulação a versão impressa e o portal online.

Em outubro de 2019, o empresário Kléber Moreira anunciou a compra do título “Diário de S. Paulo “da Editora Cereja (detentora dos direitos) por R$ 30 mil (trinta mil reais), e reativou o periódico, nas versões online e impressa.

Hoje

Em maio de 2020 foi adquirido todos os domínios e redes sociais (Facebook, Instagram e Twitter) do Diário Popular de São Paulo, bem como solicitou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o registro da marca Diário Popular de São Paulo, se utilizando do pedido de caducidade da marca, também protocolado no INPI, criando então, o Diário Popular de São Paulo Digital IPTV, que tem como nome de divulgação Diário Popular IPTV.